quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

O infinito é outra forma de fim
E findo aqui meus anseios de pedra e de pássara
Não posso voar por ser pedra
Não posso ficar por ser pássara
Finco minhas duras asas no limbo
Não sou essência
Alcanço outra permanência
E fico apenas pedra e pássara.

domingo, 12 de janeiro de 2014

Isto de borboleta que não encontra saída
é como de ser pedra
lançada por mão de menino
e atravessada em vidraça alheia
é como beijo estalado roubado
esperado no sofá da sala
ou como a ausência do beijo
que se pressente e se espera
mas não vem
é como ter tudo por um instante
e o instante é nada.

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