Somos corpos sem pele
Dias roubados
Lamentos e dores
Somos busca
Eternamente fugazes
Somos copo derramado
Vida tomada
O próprio fórceps
Mas somos
E ser é o que há
Reverso ou verso
E amamos
E quando simultâneos
Plenos
Aborrecidos
Felizmente humanos.
2 comentários:
humf...fiquei aqui matutando que nem a simultaneidade do amor (coisa tão rara e preciosa)nos acomoda. mais um pouco de matutação: talvez não seja mesmo da natureza humana a acomodação plena e, mesmo que o amor ampare, coitado! não é a panaceia das nossas inquietudes. sim, tem gente mais inquieta que outras. beijo.
..rsrs é... matutação das boas essa sua, gê... tem gnt inquieta por demais... tem gnt que fica "poetando" inquietações, enquanto vive o amparo bom do amor simultâneo... beijo procê!
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