segunda-feira, 11 de outubro de 2010

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De frente pro espelho quebrado, Joana tentava inutilmente reconhecer-se... em qual daqueles cacos estava sua verdadeira face? Disposta a se encontrar, munida de cola e esparadrapos, ela juntava partes de um quebra-cabeças de vidro que ao invés de a revelarem mostravam um novo frankenstein, ser híbrido de tantos corpos mortos, fragmentos de vida já vivida que em decomposição faziam o que ela agora via naquele pedaço de espelho. Ela. Era ela. E só...

Amigos reais em meio virtual: